Panorama
A Rússia liberta o antigo fuzileiro naval americano Robert Gilman após quatro anos
Robert Gilman, antigo fuzileiro naval americano, foi libertado após mais de quatro anos numa prisão russa, segundo autoridades americanas com um perdão do presidente Putin.
O antigo fuzileiro naval americano Robert Gilman foi libertado após mais de quatro anos numa prisão russa. A libertação foi confirmada por autoridades americanas e resulta de um perdão concedido pelo presidente russo Vladimir Putin.
Gilman estava detido na Rússia há mais de quatro anos, onde foi acusado de espionagem. Durante a sua detenção, ele passou por várias diligências jurídicas.
Segundo as autoridades americanas, o perdão foi concedido para que Gilman possa receber tratamento médico nos Estados Unidos. A natureza desse tratamento não foi especificada.
A cobertura internacional das notícias, incluindo a Reuters, também relatou esta evolução, com foco nos aspectos humanitários do caso de Gilman.
A libertação de Gilman ocorre num momento em que as relações entre a Rússia e os Estados Unidos estão tensas, mas os detalhes da sua libertação apontam para uma consideração humanitária específica. Até ao momento, não foram reportadas reações adicionais do governo americano ou de outras partes envolvidas.